A PEC que a Câmara aprovou numa noite foi ao arquivo do Senado oito dias depois
A proposta de emenda à Constituição (PEC) 3/2021, que ficou conhecida como PEC da Blindagem, teve 353 votos a favor na Câmara. Na comissão do Senado que a examinou, nenhum.
Passava da meia-noite de 17 de setembro de 2025. No painel da Câmara, a votação era sobre uma palavra só: “secreta”.
A palavra dizia como os deputados votariam para autorizar, ou não, um processo criminal contra um colega. À 0h19, o painel fechou com 296 votos para mantê-la.
Não bastou. Numa emenda à Constituição, um trecho destacado só fica no texto com o voto de três quintos da Câmara. O registro oficial anotou: “Suprimido o texto”.
Foi um dos lances da PEC 3/2021, que ficou conhecida como PEC da Blindagem. A notícia, em uma frase: a Câmara aprovou a PEC numa noite, com votos de quase todos os partidos, e oito dias depois ela estava no arquivo do Senado, sem um voto a favor na comissão que a examinou.
O voto secreto voltaria ao texto na tarde seguinte. E, uma semana depois, um deputado que votou Sim iria à tribuna dizer que errou.
Uma noite, dois turnos
A sessão de 16 de setembro, uma terça-feira, foi da tarde à madrugada. Às 17h24, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a pauta: “Esta não é uma pauta do PT ou do PL”. Para ele, o relatório de Claudio Cajado (PP-BA), relator da PEC, “nada mais é do que o retorno ao texto constitucional de 1988”.
Às 21h04, veio o primeiro turno: 353 votos Sim e 134 Não.
Mais tarde, a pedido dos líderes, o plenário dispensou o intervalo de cinco sessões entre os dois turnos. O placar foi de 332 a 117.
No meio da noite, o plenário manteve no texto o foro no Supremo Tribunal Federal para presidentes nacionais de partido. O Novo tentou tirar o trecho; 317 deputados votaram para mantê-lo.
Às 23h27, veio o segundo turno: 344 a 133.
Quem votou como
O PL deu 83 votos Sim no primeiro turno. Nenhum deputado do partido votou Não, nem no segundo turno.
O Republicanos, partido do presidente da Câmara, também não teve voto Não. União Brasil, PP e MDB votaram quase em bloco a favor, como mostra o gráfico.
O PSD se dividiu: 25 votos Sim e 18 Não.
Do outro lado, a federação do PT, com PCdoB e PV, orientou Não. No primeiro turno, o governo liberou o voto. Quem anunciou, às 20h44, foi Odair Cunha (PT-MG): “o Governo compreende que esta é uma matéria interna corporis e se abstém da discussão. Por isso, libera a sua base.”
Mesmo assim, 12 deputados do PT votaram Sim. No segundo turno, foram 10.
Só quatro partidos não deram nenhum voto Sim: PSOL, PCdoB, Novo e Rede. Entre um turno e outro, só três deputados mudaram de lado, todos do Sim para o Não: Leonardo Monteiro (PT-MG), Airton Faleiro (PT-PA) e Daniela do Waguinho (União-RJ).
- PL83 · 0
- PT12 · 51
- União53 · 4
- PP46 · 3
- PSD25 · 18
- Republicanos42 · 0
- MDB35 · 5
- Podemos14 · 3
- PDT10 · 5
- PSB9 · 6
- PSOL0 · 14
- PSDB6 · 6
- PCdoB0 · 9
- Avante6 · 1
- PRD5 · 0
- Cidadania3 · 1
- Novo0 · 4
- PV2 · 2
- Solidariedade2 · 1
- Rede0 · 1
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos, votos nominais da PEC 3/2021 em 16 e 17/09/2025 (votações 2270800-135, -160, -165 e -175). Partido registrado pela Câmara na data do voto.
Ver dados
| Partido | 1º turno: Sim | 1º turno: Não | 2º turno: Sim · Não |
|---|---|---|---|
| PL | 83 | 0 | 82 · 0 |
| PT | 12 | 51 | 10 · 50 |
| União | 53 | 4 | 52 · 5 |
| PP | 46 | 3 | 45 · 3 |
| PSD | 25 | 18 | 24 · 18 |
| Republicanos | 42 | 0 | 43 · 0 |
| MDB | 35 | 5 | 32 · 5 |
| Podemos | 14 | 3 | 14 · 3 |
| PDT | 10 | 5 | 9 · 3 |
| PSB | 9 | 6 | 9 · 6 |
| PSOL | 0 | 14 | 0 · 14 |
| PSDB | 6 | 6 | 6 · 6 |
| PCdoB | 0 | 9 | 0 · 9 |
| Avante | 6 | 1 | 6 · 1 |
| PRD | 5 | 0 | 5 · 0 |
| Cidadania | 3 | 1 | 3 · 1 |
| Novo | 0 | 4 | 0 · 4 |
| PV | 2 | 2 | 2 · 2 |
| Solidariedade | 2 | 1 | 2 · 2 |
| Rede | 0 | 1 | 0 · 1 |
A tribuna dividida
Na tribuna, os dois lados disputaram até o nome da PEC. Às 19h16, Eli Borges (PL-TO), que votou Sim, respondeu ao apelido: “Ela vai blindar, sim, a consciência do voto de cada Parlamentar.”
Às 19h56, Fernanda Melchionna (PSOL-RS), que votou Não, deu outro nome: “É a PEC da bandidagem! Não tem outro nome!”
Às 20h16, Nikolas Ferreira (PL-MG), que votou Sim, assumiu o apelido: “Queremos ser blindados mesmo de um STF que atua como agente político contra membros desta Casa”. E completou: “Quem cometer crime vai pagar, uai!”
O Não também veio de dentro dos partidos que orientaram Sim. Às 18h20, Kim Kataguiri (União-SP) disse que muitos votariam “em reação ao Supremo”. E propôs outro caminho: “Nós poderíamos acabar com o foro privilegiado, para o Supremo Tribunal Federal não julgar mais Parlamentares.”
Às 22h48, entre os turnos, Glauber Braga (PSOL-RJ) fez perguntas ao plenário e ele mesmo respondeu: “é verdade que a votação para dizer o que se vai fazer com o Deputado será secreta? Sim, é verdade.”
Quem perdeu no painel falou mais. De 16 a 18 de setembro, o acervo do Aparte tem 82 falas na Câmara com um dos nomes da PEC ou o número dela.
Quem votou Não fez 54 delas. Quem votou Sim, 28.
O voto secreto voltou
Na manhã de 17, a palavra “secreta” estava fora. Às 13h24, o relator, Claudio Cajado, defendeu na tribuna uma emenda que juntava os dois destaques ainda pendentes.
Disse que a votação da madrugada não espelhava a maioria da Casa. Contou que muitos deputados o procuraram dizendo que estavam dormindo.
Deputados do Novo, do PSOL, do PT, do PSB e do União Brasil contestaram a emenda em questões de ordem. Entre eles, Pedro Campos (PSB-PE), que tinha votado Sim no primeiro turno. O presidente da Câmara respondeu que a emenda era regular.
Às 14h11, a emenda passou com 314 votos. Com ela, o voto secreto voltou para a licença de processo contra parlamentar. E ficou para a decisão sobre a prisão em flagrante, que um destaque ainda pendente queria tornar aberta. Foi o que explicou o próprio relator na tribuna, durante a votação.
Nas contas do relator, de madrugada tinham faltado 12 votos.
A virada da tarde teve duas fontes. Quinze deputados que não tinham votado de madrugada votaram pela emenda. Outros 21 tinham votado para tirar a palavra e, desta vez, votaram Sim.
Houve também o caminho inverso: 10 deputados que tinham votado para manter a palavra votaram contra a emenda.
A mesma régua vale para as bancadas. À 0h19, cinco deputados do PL tinham votado para tirar a palavra. No PT, oito votaram para mantê-la.
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos, votos nominais da PEC 3/2021 em 16 e 17/09/2025 (votações 2270800-135, -160, -165 e -175). Partido registrado pela Câmara na data do voto. Cruzamento pelo número de identificação de cada deputado.
Ver dados
| Na votação da 0h19 | Deputados |
|---|---|
| Já tinham votado para manter a palavra | 278 |
| Tinham votado para tirar a palavra | 21 |
| Não tinham votado de madrugada | 15 |
O deputado que disse que errou
Na terça seguinte, 23 de setembro, às 15h16, Thiago de Joaldo (PP-SE) falou nas Breves Comunicações. Ele tinha votado Sim nos dois turnos, pela palavra “secreta” e pela emenda da tarde.
Disse que a PEC foi aprovada “com votos de Deputados de direita, de centro, de esquerda” e “ultrapassou este limite”: o de que a imunidade não sirva de escudo para crime comum. E foi além: “não foi a blindagem para crimes o que busquei com o voto que dei.”
Contou que mandou ofícios ao relator no Senado, Alessandro Vieira, e ao presidente do PP, Ciro Nogueira, “reconhecendo o erro materializado em meu voto”. Pediu que a CCJ do Senado “sepulte definitivamente esta proposta”.
Também disse ter levado à Mesa da Câmara e à Justiça uma queixa contra a “manobra antirregimental na votação de um dos destaques no segundo turno”. No discurso, não disse qual.
Entre as falas que o Aparte leu, foi o único deputado que votou Sim e depois disse na tribuna que errou.
Uma semana no Senado
A PEC chegou ao Senado às 20h40 de 17 de setembro e foi para a CCJ, a Comissão de Constituição e Justiça. Na tribuna, as críticas vieram de vários partidos.
No dia 16, Cleitinho (Republicanos-MG), do partido que não deu um voto Não na Câmara, separou as coisas: “Fim do foro privilegiado é uma coisa, PEC da blindagem é outra coisa.”
No dia 17, Renan Calheiros (MDB-AL) disse que a PEC “é um tapa na cara da sociedade”. Fabiano Contarato (PT-ES) disse que ela passou “na surdina da noite”.
Na CCJ, houve uma defesa. Jorge Seif (PL-SC) apresentou um voto em separado favorável à PEC, com um texto substituto seu. A comissão recebeu ainda três emendas.
O relator, Alessandro Vieira (MDB-SE), votou pela inconstitucionalidade da PEC e, no mérito, contra ela.
Em 24 de setembro, durante a discussão na comissão, Seif retirou o voto em separado. “Hoje retirei meu voto em separado”, disse depois no plenário.
A CCJ aprovou o parecer contrário por unanimidade, com 26 votos. Na lista nominal, o voto de Seif está entre eles.
Às 16h50, a Presidência do Senado determinou que a PEC fosse “definitivamente arquivada”. O Regimento do Senado manda arquivar quando a CCJ rejeita uma proposta por unanimidade por ser inconstitucional. A PEC não chegou ao plenário.
No mesmo dia, Paulo Paim (PT-RS) contou na tribuna: “Foi uma decisão unânime, de 27 a zero.” A lista nominal da comissão explica a conta. Havia 27 senadores presentes. O presidente da CCJ, Otto Alencar, não votou.
Uma semana depois, em 1º de outubro, Seif voltou ao assunto ao falar do impeachment de ministros do Supremo. Lembrou que o Senado rejeitou “uma proposta que uns chamavam de PEC da blindagem, outros chamavam de PEC das prerrogativas”. E disse: “nós rejeitamos, porque havia, sim, exageros.”
- 16/09, 17h24Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, defende a pauta: “Esta não é uma pauta do PT ou do PL”.
- 16/09, 21h04Primeiro turno na Câmara: 353 a 134.
- 16/09, 22h19A pedido dos líderes, o plenário dispensa o intervalo de cinco sessões entre os turnos: 332 a 117.
- 16/09, 23h27Segundo turno: 344 a 133.
- 17/09, 0h19Cai a palavra “secreta”: 296 votos para mantê-la não bastam.
- 17/09, 14h11Emenda do relator devolve o voto secreto: 314 a 168.
- 17/09, 20h40A PEC chega ao Senado e vai para a CCJ.
- 19/09Alessandro Vieira (MDB-SE) é o relator na CCJ.
- 23/09, 15h16Na Câmara, Thiago de Joaldo (PP-SE) fala do “erro materializado em meu voto”.
- 23/09, 19h38Jorge Seif (PL-SC) apresenta na CCJ voto em separado a favor da PEC.
- 24/09, manhãNa reunião da CCJ, aberta às 9h, Seif retira o voto em separado. A comissão aprova o parecer contrário por unanimidade, com 26 votos; o registro oficial é das 13h13.
- 24/09, 16h50A Presidência do Senado manda a PEC ao arquivo.
- 01/10Seif, no plenário do Senado: “nós rejeitamos, porque havia, sim, exageros.”
Fontes: Câmara dos Deputados (votações e Diário da Câmara) e Senado Federal (informes legislativos da matéria 170519 e pronunciamentos). No Senado, as horas são as do registro oficial, salvo a da reunião da CCJ, que é a da agenda; o texto dos pronunciamentos traz só a data.
Depois do arquivo
Na Câmara, parte de quem votou Sim manteve a defesa. Cabo Gilberto Silva (PL-PB), em 23 de setembro: “eu votei a favor da PEC das prerrogativas e a defendo em qualquer lugar.” Em 22 de outubro: “Eles enterraram a PEC das Prerrogativas.”
No dia do arquivamento, às 17h36, Bibo Nunes (PL-RS) disse que “o Senado está de cócoras, é um capacho do Supremo Tribunal Federal”. Quem votou foi a CCJ, não o plenário do Senado.
Os 12 deputados do PT que votaram Sim contrariaram a orientação da federação. Onze deles estão no acervo do Aparte. Nenhum usou na tribuna um dos nomes da PEC ou o número dela, desde agosto de 2025. O décimo segundo, Odair Cunha, que anunciou a liberação do governo, não está no acervo.
O que o dado mostra é uma PEC que passou na Câmara com votos de quase todos os partidos, e com todos os votos do PL. O voto secreto para a licença de processo perdeu no painel de madrugada e voltou por emenda à tarde. No Senado, a comissão que examinou a PEC não lhe deu um voto.
E a palavra que deu apelido à PEC sobreviveu a ela. Em 3 de dezembro, o presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), lembrou que “o Senado sepultou, enterrou a blindagem que queriam os Deputados Federais”. Na mesma fala, virou a palavra contra ministros do Supremo: “agora eles se permitem a blindagem?”
Como fizemos
Votações: em 16 e 17 de setembro de 2025, a PEC 3/2021 teve 11 votações nominais na Câmara. Baixamos da API de dados abertos o voto de cada deputado e a orientação de cada bancada em seis delas: os dois turnos, três destaques e a emenda aglutinativa; da votação que dispensou o intervalo entre os turnos, usamos o placar. Contamos voto a voto; os totais conferem com a descrição oficial de cada votação. O partido é o que a Câmara registra na data do voto.
Quem mudou de lado e de onde vieram os votos da emenda: cruzamos as listas de votos pelo número de identificação de cada deputado, que não muda com o nome nem com o partido.
Senado: lemos os informes legislativos da matéria 170519 na API do Senado, com data e hora de cada passo. O número de votos na CCJ e a retirada do voto em separado de Jorge Seif estão no informe de 24 de setembro de 2025; o voto de cada senador e o número de presentes, na lista nominal da comissão, publicada entre os textos da matéria. A hora da reunião da CCJ vem da agenda do Senado. O texto que chegou da Câmara diz, no § 3º do art. 53, que a licença se dará “pelo voto secreto da maioria absoluta”.
Falas: o acervo do Aparte guarda os discursos de 411 deputados, com texto integral, tirados da API da Câmara, e os pronunciamentos de senadores, tirados do site do Senado. Procuramos, de 1º de agosto de 2025 em diante, as expressões “blindagem”, “PEC das prerrogativas”, “PEC da bandidagem”, “PEC da impunidade”, “PEC do abuso” e o número da PEC em todas as grafias (“PEC 3”, “3/2021”, “nº 3, de 2021”). Uma deputada tem dois arquivos no acervo; cada fala conta uma vez. O partido e o estado de cada orador são os do cabeçalho do Diário na data da fala.
Cada citação foi lida no texto oficial, uma a uma. O programa desta matéria confere cada trecho entre aspas, letra por letra, no texto oficial; se uma letra mudar, a página não é gerada.
O relato do relator sobre a madrugada e a explicação da emenda estão nas falas de Claudio Cajado às 13h24 e às 14h08 de 17 de setembro; as questões de ordem e a resposta do presidente, na fala da Presidência às 12h52. Todas estão no Diário da Câmara de 18 de setembro de 2025. Aqui, elas aparecem resumidas.
Os 12 deputados do PT que votaram Sim foram procurados no acervo pelo número de identificação de cada um.
Não procuramos os citados: o Aparte cita a fonte oficial e descreve.
O que este número não diz
Quem rejeitou a PEC no Senado foi a CCJ, não o plenário, que nunca a votou. A lista nominal da CCJ registra 27 senadores presentes e 26 votos, todos a favor do relatório contrário à PEC; o presidente da comissão, Otto Alencar, não votou. O 27 do “27 a zero” de Paulo Paim é o número de presentes, não o de votos. Os três quintos para manter um trecho destacado são a regra geral das emendas à Constituição; não conferimos no Diário a conta aplicada a cada destaque, e os 12 votos que faltaram são a conta do relator. A contagem de falas busca palavras: “blindagem” aparece também em outros assuntos, e, das falas de 16 a 18 de setembro, lemos as citadas, não todas as 82. O acervo tem 411 deputados: quem não está nele não entra na conta das falas. Que nenhum dos onze do PT no acervo tenha usado essas palavras na tribuna não quer dizer que não explicaram o voto em outro lugar, como redes sociais, entrevistas ou notas. Quem faltou a uma votação não entra nas contas de quem mudou de lado. “O único que disse que errou” vale para as falas que lemos. A PEC é de 2021: em fevereiro daquele ano, a Câmara aprovou a admissibilidade dela. Esta matéria trata da retomada de setembro de 2025. A matéria também não mede o que aconteceu fora do Congresso.
Fontes
- Câmara dos Deputados — PEC 3/2021, ficha de tramitação
- Câmara dos Deputados — API de dados abertos, votações da PEC 3/2021
- Câmara — votos do primeiro turno (16/09/2025, 21h04)
- Câmara — orientações das bancadas no primeiro turno
- Câmara — votos do segundo turno (16/09/2025, 23h27)
- Câmara — votos do destaque da palavra “secreta” (17/09/2025, 0h19)
- Câmara — votos da Emenda Aglutinativa nº 1 (17/09/2025, 14h11)
- Diário da Câmara, 17/09/2025 — Hugo Motta, 17h24
- Diário da Câmara, 17/09/2025 — Kim Kataguiri, 18h20
- Diário da Câmara, 17/09/2025 — Eli Borges, 19h16
- Diário da Câmara, 17/09/2025 — Fernanda Melchionna, 19h56
- Diário da Câmara, 17/09/2025 — Nikolas Ferreira, 20h16
- Diário da Câmara, 17/09/2025 — Glauber Braga, 22h48
- Diário da Câmara, 18/09/2025 — Presidência, resposta às questões de ordem, 12h52
- Diário da Câmara, 18/09/2025 — Claudio Cajado, 13h24
- Diário da Câmara, 18/09/2025 — Claudio Cajado, 14h08
- Diário da Câmara, 24/09/2025 — Thiago de Joaldo, 23/09, 15h16
- Diário da Câmara, 24/09/2025 — Cabo Gilberto Silva, 23/09, 19h28
- Diário da Câmara, 25/09/2025 — Bibo Nunes, 24/09, 17h36
- Diário da Câmara, 23/10/2025 — Cabo Gilberto Silva, 22/10, 18h48
- Câmara — votação do intervalo entre os turnos (16/09/2025, 22h19)
- Diário da Câmara, 17/09/2025 — Odair Cunha, 20h44
- Senado Federal — PEC 3/2021, matéria 170519
- Senado — texto da PEC recebido da Câmara (17/09/2025)
- Senado — lista nominal da votação na CCJ (24/09/2025)
- Senado Federal — API de dados abertos, informes e movimentações da matéria 170519
- Senado — pronunciamento de Cleitinho, 16/09/2025
- Senado — pronunciamento de Renan Calheiros, 17/09/2025
- Senado — pronunciamento de Fabiano Contarato, 17/09/2025
- Senado — pronunciamento de Jorge Seif, 24/09/2025
- Senado — pronunciamento de Paulo Paim, 24/09/2025
- Senado — pronunciamento de Jorge Seif, 01/10/2025
- Senado — pronunciamento de Otto Alencar, 03/12/2025
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